Através da rede que se criou à volta da divulgação deste blogue (agradeço à Joaquina Cadete e Nana Brites), tive conhecimento de que na Madeira existe um senhor que fabrica tenazes para a colheita dos figos da índia.
Figos da índia, figos de piteira ou tabaibos são alguns dos nomes que se dá a este fruto em Portugal. Apesar de ter vários nomes, poucos o conhecem, queremos relançar a ideia de que comer figos de piteira ou figos da índia é bom, não só porque tem um gosto requintado como também porque é saudável. Sobremesa da Vida é um nome resultante de um acaso mas que vem mesmo a calhar.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
O concurso
O consurso foi muito participado. Com o contributo da Cactacea e da Sobremesa da Vida, apareceram as 3 variedades de figos da índia:
Quanto à minha participação, face aos verdadeiros profissionais da pastelaria que também concorreram, não ganhei qualquer prémio. Ganhei, no entanto, informação e contacto com outras pessoas também muito interessadas nos Figos da Índia.
Quanto à minha participação, face aos verdadeiros profissionais da pastelaria que também concorreram, não ganhei qualquer prémio. Ganhei, no entanto, informação e contacto com outras pessoas também muito interessadas nos Figos da Índia.
sábado, 3 de setembro de 2011
Resultados de uma semana de experiências
Desde segunda feira que venho a experimentar várias formas de utilizar o figo da índia.
Pesquisei na Internet e encontrei várias receitas entre as quais uma calda/xarope, cupcakes com cobertura de figo de piteira, um granizado e geleia de figo da índia.
Para além do facto de que não tenho quase nenhuma experiência na pastelaria, ainda fui confrontada com receitas que têm as quantidades em unidades americanas do tipo cup, stick, tsp, etc..
Dada a minha falta de jeito, o resultado não é brilhante, mas acho que não me envergonha.
Adaptei também a receita de mousse de manga para obter uma mousse de figo da índia. Neste caso, a minha maior dificuldade foi conseguir uma consistência adequada ao conceito de mousse. Provavelmente alguém com mais experiência nas artes da doçaria teria de imediato encontrado uma solução, mas a mim custou-me várias tentativas frustrantes. Finalmente, acho que consegui um doce que não tem de se comer com uma palhinha.
Aqui estão os resultados. Da esquerda para a direita: Calda/xarope, polpa pasteurizada, sementes, granizado, geleia, polpa fresca, cupcake, mousse. Ao centro os figos que usei.
Pesquisei na Internet e encontrei várias receitas entre as quais uma calda/xarope, cupcakes com cobertura de figo de piteira, um granizado e geleia de figo da índia.
Para além do facto de que não tenho quase nenhuma experiência na pastelaria, ainda fui confrontada com receitas que têm as quantidades em unidades americanas do tipo cup, stick, tsp, etc..
Dada a minha falta de jeito, o resultado não é brilhante, mas acho que não me envergonha.
Adaptei também a receita de mousse de manga para obter uma mousse de figo da índia. Neste caso, a minha maior dificuldade foi conseguir uma consistência adequada ao conceito de mousse. Provavelmente alguém com mais experiência nas artes da doçaria teria de imediato encontrado uma solução, mas a mim custou-me várias tentativas frustrantes. Finalmente, acho que consegui um doce que não tem de se comer com uma palhinha.
Aqui estão os resultados. Da esquerda para a direita: Calda/xarope, polpa pasteurizada, sementes, granizado, geleia, polpa fresca, cupcake, mousse. Ao centro os figos que usei.
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